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É Batata!

 

O alimento é cultivado em aproximadamente 120 países e consumido por mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo

Frita, assada, amassada, ralada, gratinada, cozida, empanada, em comidas simples ou sofisticadas. Batata é um alimento indispensável em qualquer cozinha. Democrático e versátil é capaz de agradar a todos os gostos e paladares. Poucos alimentos permitem tantas e tão variadas preparações. Difícil encontrar quem não goste do tubérculo pertencente à família Solanaceae, “parente” do tomate, berinjela, jiló e pimentão.
A batata (Solanum tuberosum L) é originária dos Andes peruanos e bolivianos, na América do Sul, onde é cultivada há aproximadamente 8 mil anos. O tubérculo chegou à Europa no final do século 16, por volta de 1560.
A difusão da batata em outros continentes aconteceu por meio da colonização realizada pelos países europeus, inclusive no Brasil, onde inicialmente era cultivada em pequena escala em hortas familiares, sendo chamada de batatinha. Na construção de ferrovias ganhou o nome de batata inglesa por ser uma exigência nas refeições dos técnicos vindos da Inglaterra.
No Brasil, o cultivo mais intenso da batata iniciou-se por volta de 1920, no Estado de São Paulo. As regiões Sul e Sudeste são as principais produtoras, contribuindo com aproximadamente 98% da área plantada com batata no Brasil.
O Estado de Minas Gerais destaca-se como o principal produtor nacional, participando com 32% do total produzido no Brasil, seguido do Estado de São Paulo com 24% e na sequência, o Estado do Paraná com 22%.
A produção de batata no Brasil já foi considerada uma atividade de pequenos produtores, que utilizava principalmente a mão-de-obra familiar. O engenheiro agrônomo Vanderlei Inácio Rubinho Valverde explica que o que se observa nos últimos anos é uma completa mudança no mapa da cadeia produtiva da batata. O que possibilitou a mudança foram os avanços tecnológicos e o desenvolvimento de novas variedades, além da mudança de gerenciamento das propriedades. Novas regiões produtoras surgiram e aumentou-se a disponibilidade de capital, de informação e assistência técnica.
Atualmente, a grande maioria dos bataticultores é composta por grandes produtores, em razão do alto custo da produção e de toda a estrutura necessária, como tratores e implementos específicos e máquinas de beneficiamento e classificação. “Existe uma tendência interessante acontecendo na bataticultura: vem diminuindo cada vez mais a quantidade de pequenos produtores. Na minha opinião, a batata está se tornando um negócio grande, uma atividade cara. Se não é um grande ou um médio produtor estruturado, fica difícil levar a cultura adiante”, diz Valverde.
De acordo com dados recentes do Centro Internacional da Batata, atualmente a batata é a quarta cultura alimentar mais importante no mundo, ficando atrás apenas do arroz, trigo e milho, com produção anual de mais de 300 milhões de toneladas. É cultivada em aproximadamente120 países e consumida por mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo. O principal país produtor de batata é a China, que responde por 20% da produção global, seguido da Rússia e da Índia.
A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), estabeleceu 2008 como o Ano Internacional da Batata, que contou com um calendário repleto de atividades com o objetivo de conscientizar a população da função primordial da batata para a agricultura, economia e segurança alimentar mundial. Segundo dados da FAO, a produção mundial de batatas aumentou de 279,32 milhões de toneladas em 1990 para 314,37 milhões de toneladas em 2006. Neste mesmo período, os países em desenvolvimento, que foram responsáveis pela produção de 84,09 milhões de toneladas em 1990, passaram a responder em 2006 pela produção de 159,12 milhões de toneladas, ultrapassando, portanto, a produção dos países desenvolvidos.
Atualmente, a região de Vargem Grande do Sul, interior de São Paulo, se destaca no cenário da bataticultura nacional e é responsável por 60% da batata de inverno do Estado e por cerca de 50% de toda a batata produzida no país durante o inverno. “Esta região é muito boa para o plantio de batata. O ideal para os produtores atenderem a demanda do mercado o ano inteiro é plantar aqui de março a julho e plantar em Minas Gerais no verão, em regiões de planalto e mais altitude”, explica Valverde, engenheiro agrônomo e consultor na cidade de Vargem Grande do Sul.

Plantio – Vá plantar batatas!
Em plena era das grandes navegações e da pesca comercial do bacalhau, a agricultura passou a ser vista com certo desdém pelos portugueses, especialmente a batata, considerada um alimento das classes baixas. No início da Idade Moderna, o emprego de navegador ou de comerciante de bacalhau era glorificado e bastante respeitado em Portugal. Já aqueles que plantavam batatas não tinham o mesmo prestígio, sendo considerados menos qualificados que os demais. Assim, atravessando os séculos a expressão “vá plantar batatas” chegou até nós.
A expressão é utilizada atualmente como sinônimo de “deixe-me em paz” e é usada para dizer para uma pessoa ir procurar algo de importante para fazer. De fato, plantar batata, além de muito importante, não é tarefa das mais simples.
A época do inverno, entre os meses de abril a julho é ideal para o plantio de batatas no interior de São Paulo. A maioria dos produtores possui propriedades rurais em outros Estados para garantir a produção de batatas durante a maior parte do ano. É o caso do cooperado Fernando Milan Sartori, proprietário da empresa Super Frio, localizada em Vargem Grande do Sul. Sartori explica que para produzir boa parte do ano, é necessário buscar o clima de inverno. “Planto batata na maior parte do ano porque estou sempre atrás do clima de inverno. Eu começo a plantar em fevereiro em Campestre, MG. De abril a junho planto em Vargem Grande do Sul. Em julho e agosto volto a plantar em Campestre e em outubro e novembro, planto no Triângulo Mineiro. Apenas nos meses de setembro, dezembro e janeiro não produzo”, revela o bataticultor.
As batatas que serão plantadas ficam armazenadas durante alguns meses em câmara fria para retardar o processo de brotação da semente. Dentro da câmara fria, a batata fica pronta, mas não germina, para isso, é necessário colocá-las em camadas finas em um lugar coberto e bem iluminado, o que estimula a quebra da dormência dos brotos, que são verdes e curtos. Seguindo estes procedimentos, ela brota rapidamente. Dentro de 10 a 14 dias o plantio pode ser feito, com vários brotos por tubérculo.
Normalmente a batata é semeada com espaçamento de até 35 cm entre plantas, dependendo do tamanho da semente, a distância entre as linhas é de até 80 cm, permitindo assim a passagem do trator que auxilia no controle de ervas daninhas, pragas, doenças e para operação de amontoa, já que o tubérculo gosta de terra solta para produzir mais. A profundidade de plantio depende do terreno e da época de cultivo, mas profundidades de 10 a 12 cm são as mais indicadas.
No Brasil, o plantio comercial é feito por meio de tubérculos semente (reprodução assexuada) que possui diversos tamanhos. Cerca de 13% da produção nacional é destinada ao comércio de sementes. O cooperado de Porto Ferreira, SP, produtor de batata e citros, Pedro Calixto, costuma comprar tubérculos semente no sul do país para o plantio de toda sua área e consegue selecionar 25% dos tubérculos semente para utilizar no próximo plantio. Ele está otimista com o aumento na produção do próximo ano. “Faço em torno de 25% dos tubérculos semente, mas em 2010 minha produção aumentará para 80% porque vou arrendar terras em Minas Gerais para produzir mais sementes. A ideia é essa, estou animado”, diz o bataticultor.
No Estado de São Paulo a batata tem ciclo de 90 a 120 dias, podendo ser plantada durante todo o ano, evitando, porém, regiões ou épocas com altas temperaturas noturnas, ou onde ocorram geadas. Embora a grande maioria da produção seja destinada ao consumo in natura, a importância da industrialização sob a forma de batata-frita (“chips”) e de pré-frita é crescente.
Valverde explica que o Ministério da Agricultura pretende padronizar o tamanho das batatas, mas que “por enquanto elas são classificadas baseadas no diâmetro dos tubérculos, o que resulta nas seguintes classes: Florão, Especial, Primeira, Segunda, Pirulito e Diversas”, esclarece o engenheiro agrônomo.
Calixto produz as variedades de batata Asterix, Ágata e Cupido. Ele explica que toda a sua produção de batata Asterix é enviada ao sul do país. “A variedade Asterix tem uma cor avermelhada, os paulistas estão acostumados a uma batata mais branca, pois acham que ela pode ser de melhor qualidade. A batata Asterix tem uma durabilidade maior do que os outros tipos de batatas. Geralmente o consumidor caseiro compra batatas para fritar, cozinhar ou para fazer massas e para este tipo de culinária a Asterix é a mais indicada, porém o cliente não sabe disto. O consumidor do sul está mais acostumado com a batata de casca vermelha, faz parte da cultura deles”, revela Calixto.


Adubação
É importante que a adubação seja feita baseada em análise de solo. A batata é tolerante à acidez do solo, mas exigente em cálcio e água, crescente com o ciclo, cerca de 30 mm por semana, mas é completamente intolerante ao encharcamento. A irrigação é prática indispensável para a obtenção de produtividade. Os métodos mais utilizados são aspersão convencional, canhões auto-propelidos e pivô central. “Não existe o cultivo da batata de inverno sem irrigação. A primeira coisa que o produtor que quer plantar batata tem que analisar é a questão da irrigação”, diz Valverde.
A utilização de fertilizante na cultura da batata é fator decisivo para se conseguir altas produtividades. Esse fato pode comprometer a produtividade e afetar significativamente o custo de produção que, segundo a Embrapa (Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento), o custo com fertilizantes na cultura da batata representa aproximadamente 15% do custo total.

Pragas e doenças
A lavoura de batata costuma ser habitada por uma boa quantidade de espécies de ácaros e insetos. A diversidade e quantidade variam de região para região, dependendo do modo de cultivo, variedades e clima. Tanto a parte aérea da planta como a parte subterrânea é hospedeira de diversas espécies, que podem causar danos.
As principais pragas que atacam a parte aérea da batata são: Vaquinha, Burrinho, Traça, Pulgão, Mosca Minadora e Ácaro. E as que atacam a parte subterrânea da batata são as larvas de Vaquinha (larva alfinete), além do Bicho Arame, Coró e Lagarta Rosca.
O controle de pragas de solo exige, portanto, inseticidas aplicados no sulco de plantio e pulverizações foliares.

Cultura exige colheita mecanizada
A colheita da batata no Brasil ocorre em três safras distintas, com a seguinte divisão: safra das águas: com colheita de dezembro a março, concentra 52% da quantidade ofertada no ano; safra da seca: com colheita de abril a julho, responde por 30% do total e, safra de inverno: colheita de agosto a novembro, com 18% da oferta nacional.
Na safra das águas, os Estados do Paraná e de Minas Gerais competem pelo mercado; na safra da seca o Paraná é o principal ofertante, com pequena diferença para Minas Gerais e São Paulo, já na safra de inverno, o abastecimento fica por conta de São Paulo e Minas Gerais.
Dentre os processos do sistema de produção da batata, a colheita é uma etapa fundamental, sendo uma das operações mais complexas. A mecanização da colheita é a grande facilitadora do processo. A colhedora arranca as batatas e elimina o excesso de terra.
O Brasil é um dos poucos países que ainda utiliza mão-de-obra de catadores na colheita da batata, por ser a única forma de atender o mercado consumidor, que valoriza a aparência do alimento. “Tenho as colhedoras mecânicas há muito tempo, particularmente prefiro a colheita manual, mas tem ficado difícil em virtude da legislação, os funcionários têm que usar o EPI (equipamento de proteção individual), mas a maioria deles quer trabalhar descalço em função da atividade executada. Se os obrigamos a usar o EPI eles simplesmente vão trabalhar para outra pessoa e a ausência do EPI atualmente é sujeita a multa, por isso minha obrigação é exigir o uso do equipamento sempre. Acredito que este tipo de conflito entre legislador e trabalhador será um problema sério no futuro. Em uma utopia, o ideal seria o legislador estar atento a cada atividade e não utilizar uma legislação genérica a todas as atividades rurais, pois persistindo da forma atual a tendência é que se mecanize 100% a cultura para se evitar este tipo de conflito e a minha preocupação é: onde esses trabalhadores rurais vão trabalhar?”, questiona o empresário. “Outro problema é que as máquinas são importadas, assim, um bom dinheiro sai do Brasil para que os bataticultores possam adquirir as colhedoras”, completa Sartori.
A escolha da área de plantio é fundamental para a colheita mecanizada. É necessário que o terreno seja amplo e com longas linhas, em razão de as máquinas serem longas.
A maioria dos produtores utiliza “big bags” na colheita mecanizada, o que propicia a diminuição dos danos mecânicos e conserva a umidade e a aparência do produto.

Rotação de culturas
A rotação de culturas na produção de batata é prática obrigatória. O milho é uma excelente opção, pois uma cultura beneficia a outra, por meio da reciclagem de nutrientes e redução de fungos de solo, o que proporciona alta produtividade. “Começo plantando milho, depois entro com a braquiária no meio do milho. Deixo a braquiária o maior tempo possível, para que ela crie o máximo de raiz para depois entrar com a batata. No ano em que não planto batata, minha rotação é com milho e feijão”, revela Sartori.
Um dos principais benefícios do plantio do milho após a batata é o residual de fósforo deixado nas áreas cultivadas com batata, já que são utilizadas formulações com altas dosagens de fósforo, nutriente pouco disponível no solo.
O solo possui normalmente de 5 a 10 ppm (partes por milhão) de P2O5 nas camadas superficiais. Em áreas cultivadas com batata encontra-se até 80 ppm de P2O5 ou mais, e isto deve ser observado, pois o desequilíbrio nutricional não é interessante para a cultura, quando pensa-se em altas produtividades.
Em compensação, a batata se beneficia desta rotação por causa da reciclagem de potássio, elemento bastante importante para a batata e que ao redor de 80% do potássio absorvido pela planta de milho é retornado na palha, disponibilizando este nutriente com a sua decomposição. “É muito importante a rotação de culturas no cultivo da batata. Num ano planta-se batata, depois entra milho, que é uma cultura exigente em adubação. O ideal é plantar batata ano sim outro não, deste modo, onde teve batata em 2007 só terá novamente em 2009 e depois em 2011, isso é importante para não haver concentração de doenças e pragas na cultura. Nos intervalos o ideal é usar milho, feijão e trigo e depois batata de novo”, explica Valverde.
“Meu maior problema aqui é a sarna, porque não tenho uma área muito grande, então venho repetindo bastante a batata, sem rotação. Batata em cima de batata, o solo não descansa, então estou tendo dificuldades para controlar a sarna”, diz Calixto.

Beneficiamento e Classificação
No Brasil, o beneficiamento e a classificação da batata são feitos em galpões, muitas vezes localizados dentro da propriedade rural do bataticultor. Neste caso a batata é levada para o galpão, onde, sobre esteiras, passa por uma lavagem ou escovamento mecânico, e em seguida pela secagem. A seleção e classificação normalmente são realizadas manualmente. “Hoje em dia a maioria dos grandes bataticultores possuem toda a estrutura de beneficiamento, o que agrega valor no final. Na média geral deve agregar de 2 a 3 reais a mais por saca”, revela Valverde.
Em tempos de preocupação com o meio ambiente, a prática de lavar batatas torna-se uma prática questionável, por causa do gasto excessivo de água. O mercado consumidor brasileiro habituou-se a batatas limpas, o que torna a mudança difícil.

Custo de Produção
A revista Hortifruti Brasil, do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) apurou os custos de produção da batata na região de Vargem Grande do Sul. O resultado, publicado em novembro de 2008, constatou que o custo total é de R$ 31,05/sc, com alta de 7% em relação a 2007 e de 12% em relação a 2006. Levando em conta os mesmos coeficientes técnicos, com atualização nos valores dos fertilizantes, defensivos e mão-de-obra, a previsão é de que, em 2009, o custo total da saca de batata chegue a R$ 33,70s/c. “Como tudo na agricultura, o mercado da batata é imprevisível, no ano passado o saco de batata foi vendido a R$ 12, hoje está a R$ 90, quer dizer, a mesma batata sai de 12 e vai para 90, daqui a pouco cai para 12 de novo. Então, aqui na região, para sobreviver, o bataticultor precisa ter também grandes áreas de milho e de feijão, isso é o que diferencia o produtor de Vargem Grande do Sul”, diz Sartori.

Rigoroso padrão de qualidade das fabricantes de chips
As batatas utilizadas pelas fabricantes de chips passam por um rigoroso processo de seleção e controle de qualidade, desde o plantio até a colheita. Que o diga Fernando Sartori, que há 11 anos fornece batata para uma fabricante americana de “chips”. “É uma empresa muito séria, principalmente no que diz respeito a sustentabilidade. Eles incentivam a diminuição de tratos culturais, com relação a pulverizações, e eu aproveito isso nas minhas outras culturas também. Sou muito fã deles por esta preocupação com o meio ambiente. A fabricante tem um programa de sustentabilidade a ser implantado em breve. Tenho também aqui o aproveitamento de água na lavadora de batata. Graças a eles reciclo 70% da água que utilizo aqui. É um investimento!”, diz o empresário.
Exigentes, regularmente agrônomos da fábrica americana visitam a lavoura de Sartori. “Eles escolhem as melhores sementes, que são acompanhadas permanentemente em todo o seu desenvolvimento. Todos os carregamentos são inspecionados para certificar que o lote se encontra dentro dos padrões de qualidade que a fábrica exige”, diz o cooperado.

Batata combaterá fome no mundo, acredita ONU
Segundo dados recentes da ONU (Organização das Nações Unidas), a população mundial aumentará, nas próximas duas décadas, em mais de 100 milhões de pessoas, anualmente. Mais de 95% deste aumento acontecerá em países em desenvolvimento.
Assim, a ONU acredita que a batata será fundamental no combate à pobreza e à miséria. Sua produção é ideal em regiões que possuem escassez de terra e abundância de mão-de-obra, características de grande parte dos países em desenvolvimento. Além disso, o plantio do tubérculo produz alimentos mais rapidamente e em condições climáticas mais adversas que qualquer outro grande cultivo.

Coopercitrus na cultura da batata
Na bataticultura, o maior custo de produção é com fertilizantes. A Coopercitrus possui profissionais no setor de fertilizantes que orientam os cooperados sobre o uso adequado de fertilizantes e lhes indica as fórmulas mais adequadas para cada caso. A principal fonte de fornecimento desse setor é a Cooperfértil (Cooperativa Central de Fertilizantes), da qual a Coopercitrus é uma das cotistas. Com fábrica localizada em Campinas, a Cooperfértil é capaz de produzir 250 mil toneladas anuais de formulações com nutrientes básicos e micro nutrientes.
Em relação ao fornecimento de insumos, implementos e máquinas agrícolas, a Coopercitrus possui 2 lojas na região produtora de batata, localizadas em Casa Branca e Porto Ferreira.

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