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História

XVIII Feacoop

Feacoop 2017 supera expectativas e fatura R$ 570 milhões
A Feira de Agronegócios Coopercitrus que aconteceu de 31 de julho a 03 de agosto, na EECB, em Bebedouro, SP, reuniu mais de 10 mil produtores rurais e visitantes de São Paulo e Minas Gerais que conheceram as mais modernas tecnologias disponíveis para o campo.



A Feacoop (Feira de Agronegócios Coopercitrus) aconteceu de 31 de julho a 03 de agosto, na EECB (Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro), SP, e reuniu em seus quatro dias de evento mais de 10 mil produtores rurais e visitantes dos Estados de São Paulo e Minas Gerais. A Feira, que teve este ano o tema: “Tecnologia e Sustentabilidade”, superou todas as expectativas e alcançou o faturamento de R$ 570 milhões. Segundo o diretor de marketing, José Roberto Sardelari, o sucesso da Feacoop deveu-se às vantagens comerciais oferecidas, apoio técnico integral e o acesso às tecnologias. “A Feacoop cresceu em movimento e em faturamento e deixou de ser um evento regional, tornando-se uma feira com expressão nacional do agronegócio”, comenta o diretor.
Com foco em tecnologia, a Feira apresentou aos agricultores que visitaram a Arena Tecnológica um verdadeiro show com tratores que se movimentam sem tratorista, graças a sistemas de GPS, pulverização localizada, com sistema inteligente que identifica a erva daninha, drone de pulverização, carreta de aplicação de fertilizantes à taxa variável, mapeamento com Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado), entre outras. “Utilizando essas tecnologias acontece um melhoramento da produtividade com sustentabilidade, assim, os pequenos e médios agricultores continuarão com suas atividades agropecuárias”, afirma o presidente da Coopercitrus, José Vicente da Silva.
Outras tecnologias que pode ser adotada no campo que apresenta benefícios por ser produtiva, rentável e sustentável, apresentadas na Feacoop 2017, foram os sistemas de integrações ILP (Integração Lavoura Pecuária) e ILPF (Integração Lavoura Pecuária e Floresta). Em um espaço especialmente preparado, os agropecuaristas conheceram as vantagens da adoção desse sistema tanto para o gado, quanto para a produção de grãos e madeira, que podem ser uma opção a mais para uma fonte de renda possibilitada pela integração. “Precisamos acompanhar as evoluções das tecnologias, isso é muito importante para que você não fique estacionado no tempo vendo outros crescerem e você diminuir”, afirma o produtor de café de Itamogi, MG, Braz Pereira, ao acompanhar as dinâmicas.
Ter sustentabilidade é uma busca constante, usar racionalmente os recursos naturais também é um meio de crescimento, principalmente, quando se está preservando o meio ambiente, por isso, na Feacoop, a Coopercitrus divulgou sua parceria com a empresa Solbras para a produção de energia solar para atender os produtores rurais.

Convênio para o desenvolvimento de projetos sustentáveis

No dia 02 de agosto, a diretoria da Coopercitrus recebeu na Arena de Tecnologia da Feacoop, o vice-governador do Estado de São Paulo, Márcio França, o Secretário de Agricultura Arnaldo Jardim, o CEO da Desenvolve SP, Milton Luiz de Melo Santos, além de diversas outras autoridades para a assinatura do Convênio firmado com a Agência de Desenvolvimento Paulista (Desenvolve SP). O convênio Linha Econômica Verde prevê o financiamento de projetos que visam práticas sustentáveis, como a geração de energia limpa.  “O convênio é um acordo de cooperação firmado com a Desenvolve SP para oferecer linhas de financiamento para projetos sustentáveis”, explica Fernando Degobbi, diretor financeiro da Coopercitrus.

XVII FEACOOP

FEACOOP surpreende e apresenta estimativas maiores

A Feira de Agronegócios promovida pela Coopercitrus com o apoio da Sicoob Credicitrus, em Bebedouro, SP, fechará o faturamento em alguns dias, mas as estimativas apresentam crescimento no faturamento, além de um público de 15 mil pessoas. 


Provando a força do cooperativismo, a FEACOOP (Feira de Agronegócios Coopercitrus) realizada com o apoio da Sicoob Credicitrus, que aconteceu de 01 a 04 de agosto, na Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro, SP, excedeu as expectativas tanto de público quanto em negócios. Segundo o presidente da Coopercitrus, José Vicente da Silva, os fechamentos de todas as negociações realizadas na FEACOOP se estenderão por mais alguns dias, porém, o balaço geral tanto comercial como institucional já são os melhores em todos os anos de Feira. “A FEACOOP superou muito minhas expectativas, tivemos um apoio muito grande dos fornecedores, das instituições financeiras, e os números até o momento são excepcionais. O faturamento se consolidará em alguns dias, porque atuamos muito com os financiamentos diretamente dos cooperados com os Bancos, e isso precisa ser formalizado, então, temos uma maturação de alguns dias para acabar de fechar os resultados, que serão extraordinários. Outra parte muito importante é o atendimento aos cooperados e o contato com os presidentes e diretores de outras empresas, essa troca de experiências é muito valiosa. Se somarmos os aspectos da organização, faturamento, atendimento ao cooperado e o network, foi uma Feira fabulosa”, comenta.

Com o tema “Sustentabilidade na Prática”, a FEACOOP contou com um público aproximado de 15 mil pessoas e 160 expositores, além das condições de negociações diferenciadas e dinâmicas de campo que mostraram alternativas sustentáveis para o aumento de produtividade e rentabilidade com o uso racional do solo com o sistema ILP (Integração Lavoura Pecuária) e ILPF (Integração Lavoura Pecuária Floresta), a tecnologia das Mudas Pré-Brotadas de cana-de-açúcar e o campo de grãos, ambos inteiramente planejados com projetos de Agricultura de Precisão. “Na área de máquinas os resultados estão superando o ano passado. Estamos muito satisfeitos e, ano a ano, nossa meta é fazer de cada edição a melhor e isso aconteceu nessa 17ª FEACOOP, que provou pelos resultados, pela dimensão da Feira, pelo número de expositores, pelas inovações com a participação pela primeira vez de mais uma marca de tratores, a New Holland, além das dinâmicas de cana e grãos e, em especial, a ILP e ILPF. Nossa missão é buscar a satisfação dos nossos cooperados e oferecer, por meio dessa feira, um pacote de soluções integradas para que eles possam produzir mais em uma mesma área, obtendo mais resultados”, comenta o diretor comercial de máquinas agrícolas, José Geraldo da Silveira Mello.

Uma modalidade diferenciada de negociação oferecida na FEACOOP foi o barter, a troca de grãos como soja, milho e café por insumos, máquinas e implementos agrícolas. Para o diretor comercial de insumos da Coopercitrus, Jair Guessi, a Feira já se consolida como uma das melhores de todos os anos. “Com certeza essa foi uma das melhores Feiras que já fizemos, tínhamos preços bons de fertilizantes e defensivos de modo geral de quase todas as empresas, principalmente, com produtos de maior giro para época e com toda a certeza fomos muito bem sucedidos”, comenta.

Segundo Fernando Degobbi, diretor financeiro da Coopercitrus, a Feacoop superou as expectativas de venda em máquinas, insumos, fertilizantes, em sua loja de autoatendimento, o Shopping Rural, graças ao cenário agrícola se apresentar com melhores perspectivas. Segundo o diretor, o preço de commodities e os preços futuros de açúcar, café, laranja, grãos positivos, além da melhora do setor sucroalcooleiro impulsionaram os produtores nas aquisições. “O momento é muito propício e, a Feira, atingiu números surpreendentes. Nossa expectativa é um faturamento maior que o ano passado, isso, em razão dos preços e condições oferecidas no evento que foram muito boas e atrativas”.

 

XVI FEACOOP

 

Na contramão da crise econômica, FEACOOP supera expectativas de faturamento

A FEACOOP, em sua décima sexta edição, mostrou que é grande tanto em números de expositores como incentivadora da tecnologia. Da edição de 2014 para a atual, a cooperativa saltou de 142 para 160 fornecedores, ampliou o espaço da feira para 125 mil m² de área, manteve o número recorde de visitantes, 10 mil, aumentou um dia de negócios e recebeu 55 ônibus com cooperados dos Estados de SP e Minas Gerais.


Na contramão de todas as dificuldades econômicas do país, a FEACOOP (Feira de Agronegócio Coopercitrus Sicoob Credicitrus) que aconteceu de 03 a 06 de agosto, na EECB (Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro), em Bebedouro, SP, ultrapassou todas as expectativas. Maior e melhor, a feira, em quatro dias de negócios, recebeu cerca de 10 mil visitantes e teve um volume de R$ 307 milhões em faturamento.

Os resultados surpreenderam as mais positivas expectativas da diretoria da Coopercitrus, segundo José Vicente da Silva, diretor presidente da cooperativa, foi um desafio realizar a FEACOOP 2015 diante das adversidades econômicas e políticas que o país vem enfrentando. Em um ano de resultados ruins em todos os setores da economia do país, a Coopercitrus, na contramão do que vem acontecendo no Brasil, realizou uma FEACOOP que vai entrar para a história. “Realmente a FEACOOP de 2015 foi excepcional. Vários fatores contribuíram para o sucesso da Feira: a demanda por fertilizantes estava comprimida, preços e condições de pagamentos muito bons, a força dos parceiros comerciais, instituições financeiras e apoio irrestrito da Sicoob Credicitrus, além do trabalho de equipe da Coopercitrus e, o principal, a confiança dos nossos cooperados”, comenta o presidente.

José Vicente explica a situação do agronegócio brasileiro e a necessidade de o produtor rural continuar investindo na propriedade. “O agronegócio também passa por problemas, embora sejam muito menores que os outros setores da economia. O produtor rural acredita na sua atividade e está convicto que para obter resultado precisa investir em tecnologia, insumos modernos, agricultura de precisão, enfim, tudo o que a Coopercitrus prega e executa para os produtores associados”.Vitrine tecnológica, ano a ano a FEACOOP apresenta soluções tecnológicas para que o produtor rural conquiste uma produção sustentável. É incentivadora de boas práticas agrícolas e de novas alternativas rentáveis, como é o caso da dinâmica apresentada sobre o recolhimento e enfardamento de palha da cana-de-açúcar para a geração de energia. “É o resultado de um trabalho que vem sendo feito há bastante tempo na Coopercitrus, de buscar sempre, junto aos nossos principais fornecedores de produtos de insumos, máquinas agrícolas, saúde e nutrição animal, condições especiais. A Coopercitrus tem uma gama muito grande de produtos e uma área de atuação bastante diversificada que cobre grande parte do Estado de São Paulo e triângulo mineiro.

Buscamos no mercado as ferramentas e soluções tecnológicas de melhor custo benefício, com isso, o resultado foi acima das expectativas, porém, vem sendo construído ao longo do tempo. Pela primeira vez no Brasil foi apresentada uma dinâmica de enleiramento, enfardamento e recolhimento de palha de cana para gerar energia, então, entendemos que o resultado que a FEACOOP trouxe é fruto de toda essa organização, do planejamento e trabalho que vem sendo feito. Foi a maior FEACOOP em público, em expositores e em faturamento”, explica Fernando Degobbi, diretor financeiro da Coopercitrus. 


Maior, melhor e com grandes negócios

A FEACOOP, em sua décima sexta edição, mostrou que é grande tanto em números de expositores como no incentivo ao uso de tecnologias. Da edição de 2014 para a atual, a cooperativa saltou de 142 para 160 fornecedores, ampliou o espaço da feira para 125 mil m² de área, manteve o número recorde de visitantes, 10 mil e recebeu 55 ônibus com cooperados vindos dos Estados de SP e Minas Gerais. Além disso, se transformou em vitrine tecnológica, mostrando aos produtores rurais que só é possível conquistar uma produção sustentável com a adoção e integração de tecnologias de precisão. “Crescemos em número de expositores, tivemos público recorde na Feira e os resultados já superaram o que aconteceu no ano passado. Isso prova que o trabalho que foi realizado aqui com o cooperado que acredita na cooperativa e a equipe da Coopercitrus que vem trabalhando ao longo do tempo com muita competência, colheram os frutos”, ressalta o diretor financeiro da Coopercitrus, Fernando Degobbi.


O balanço geral é um dos melhores em todos os anos de Feira. O diretor de insumos da Coopercitrus, Jair Guessi compara a edição anterior à deste ano e destaca. “Este ano aumentamos um dia da Feira, foram quatros dias ao invés de três, tivemos um número maior de cooperados, visitantes e de expositores presentes na FEACOOP”. Em relação às negociações na área de insumos, o diretor comenta. “Nossos fornecedores mantiveram valores muito bons, abaixo do mercado hoje e isso nos deu um ponto muito favorável para os bons negócios. A Feira aconteceu em um momento muito propício em insumos, podemos dizer que vendemos 20% a mais que o ano passado”.

A agricultura é um dos poucos setores que tem prosperado, porém, muitas das feiras que aconteceram no Brasil até o momento registraram movimento e faturamento abaixo do esperado. A FEACOOP, entretanto, cresceu em movimento e em faturamento. Para o diretor de máquinas agrícolas da Coopercitrus, José Geraldo da Silveira Mello, os bons resultados da Feira mostram o valor de um planejamento estratégico muito bem elaborado em um momento em que a economia está muito difícil. “A junção dos fornecedores, cooperados, agentes financeiros e todo o trabalho da equipe da Coopercitrus, que buscou entender as necessidades de cada região, de cada cultura, nos permitiu realmente trazer para a feira condições favoráveis e especiais de preços de linhas de financiamentos, porque nesse momento que antecede o plantio, mostrar que a FEACOOP é uma fonte de informação e formação para o produtor, mas, sobretudo, ela é o melhor momento de se fazer bons negócios”, afirma.

 

Homenagem tradicional: plantio de árvore

O plantio de árvore é uma das tradicionais formas de homenagear na FEACOOP, pessoas especiais e de grande atuação no cooperativismo e no agronegócio. Na feira de 2015, os homenageados foram o diretor de planejamento e tecnologia da Coopercitrus, Nehemias Alves de Lima (em memória) e Robert B. Crain, vice- presidente sênior das Américas da AGCO Corporation.

Fizeram o plantio do Mogno brasileiro, em memória de Nehemias, a esposa Cheuli Chiu de Lima, as filhas e netos. Do Mogno em homenagem a presença do vice presidente da AGCO, fizeram o plantio Robert junto a José Geraldo da Silveira Mello, diretor comercial de máquinas agrícolas da Coopercitrus. “Em todas as edições da FEACOOP, Nehemias ficava muito feliz com o plantio das árvores. Acho que essa homenagem simboliza o sentido de perpetuar aquilo que ele acreditava, de que a cooperativa tem a função de disseminar a filosofia do cooperativismo, que ele viveu durante mais da metade da vida”, afirma Cheuli, esposa de Nehemias. 


Arnaldo Jardim confere dinâmica de palha e conduz encontro com lideranças agro

A diretoria executiva da Coopercitrus recebeu, no dia 6 de agosto, durante a realização da FEACOOP, a presença do Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim.Impressionado com a capacidade de geração de energia através da palha da cana, o secretário quer proporcionar incentivos para o projeto em âmbito estadual, ou quem sabe, nacional.  “É até surpreendente, num momento que o país vive de crise, em que as pessoas baixam suas expectativas, reveem os projetos, quero cumprimentar o dinamismo que atestou a Coopercitrus, que é hoje a maior cooperativa de revenda de implementos e máquinas do Estado de São Paulo e faz um trabalho extraordinário, que se testemunha pelo número de empresas que estão presentes, pelo afluxo de público e por inovar quando ousa apresentar um conceito a mais.                                                 O próprio tema da feira, Soluções Integradas, tem muito a ver com o atual desafio que estamos vivendo na agricultura. Agora, falamos da integração de lavoura e pecuária, que a Coopercitrus tem sido pioneira em lançar também esse conceito e avançar nesse sentido. Um outro patamar que se caminha também, que é o fato de recolher a palha no campo, que antigamente era simplesmente deixada e ela passar a ser um instrumento importante tanto no quesito da cogeração de energia como de outras utilidades para o futuro. Nós estamos pensando de um cenário que, daqui a pouco, termos também um etanol produzido a partir da celulose. Um etanol de segunda geração e isso tem um valor muito significativo. É uma feira que tem dinamismo, uma boa presença e, com isso, reafirmamos a nossa convicção de que quem segura a peteca em época de crise é o setor agropecuário. Quem faz a diferença é o setor da agricultura no nosso país”, comenta o secretário.

O Secretário pôde conferir as dinâmicas de agricultura de precisão, compostas pelas tecnologias Vant (veículo aéreo não tripulado), que faz o diagnóstico aéreo da lavoura, o quadriciclo de amostragem de solo, que proporciona uma análise mais eficiente dos nutrientes do solo para a aplicação em taxa variável e a dinâmica de recolhimento e enfardamento de palha da cana-de-açúcar para geração de energia, composta pelas máquinas: Aleirador 5130 conduzido pelo trator Valtra modelo A 950, que enleira a palha em linhas; Enfardadora Challenger CH 2270 conduzida por trator Valtra modelo BT 210, passa recolhendo a linha de palha e transformando-a em fardos amarrados de 400 kg; Carreta Recolhedora modelo TRS 3450, da marca Anderson, conduzida por trator BT 190 Valtra, recolhe os fardos do campo, com capacidade de recolhimento de 40 fardos/hora; Manipulador Telescopio, modelo 541-70, da JCB, com capacidade de carga de 4.100 kg, transfere os fardos para a Carreta da marca Sergomel, com capacidade de transportar 70 fardos de até 2,50 metros.

Após a dinâmica, o secretário e os diretores da Coopercitrus se reuniram com grandes lideranças do agronegócio da região, cerca de 80 pessoas, para articularem soluções para o setor. Arnaldo Jardim explicou o que está sendo feito pelo Governo de São Paulo em relação ao agronegócio e o que poderá fazer em atenção aos pedidos dos presentes. “Em integração lavoura-pecuária, temos desenvolvendo um projeto piloto, que será implantado, inclusive, aqui na região. Com a questão da palha, estamos abrindo uma linha que é de apoio à compra de maquinários para a recolha. É uma demanda que o próprio setor cooperativista nos trouxe e nós, inclusive, queremos ampliar para que o FEAP, Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista, possa cooperar com as nossas cooperativas de crédito que é uma reinvindicação que o setor cooperativista encaminhou ao governador Geraldo Alckmin e a mim. O FEAP terá uma linha de incentivo de equipamentos para a recolha da cana e, tudo isso, tem uma finalidade, que é a cogeração de energia a partir da biomassa, quer seja o bagaço, quer seja a palha, usada para gerar energia. O governador Geraldo Alckmin fez, recentemente, também uma medida tributária que simplificou e criou mais rentabilidade a essa cadeia. A palha passa a ser incorporada e, com essa mudança tributária, nós podemos também ter outros materiais, lenhosos, a casca do amendoim, materiais que possam ser usados como insumos”, concluiu.  

 

Palha, solução energética versátil

Vitrine tecnológica, a 16ª edição da FEACOOP foi uma fonte de conhecimento aos agricultores e apontou uma saída eficiente e sustentável para a crise hídrica e energética. Com propriedades energéticas superiores a do bagaço, a palha de cana tem se tornado protagonista para a geração de energia. Estima-se que pelo menos metade das 80 milhões de toneladas de palhas produzidas atualmente no Brasil, podem ser direcionadas à eletricidade, que teria um volume suficiente para abastecer 13 milhões de residências, segundo estimativa do Centro de Tecnologia Canavieira.

Na usina, palha gera energia


 “A usina hoje é 95% automatizada e a agricultura de precisão vem de encontro ao que a indústria faz hoje, de buscar tecnologias para conquistar grandes resultados. A AP busca um melhor ganho, produtividade e, proporciona, de maneira precisa, para a redução de custos. No atual momento do setor, essas tecnologias possibilitam ter um custo diferenciado aplicado na lavoura, usando, realmente, o que precisa.

A única maneira de reduzir custo é conseguir uma produtividade alta. A usina vem investindo, também, na cogeração de energia, através do recolhimento de palha, implantando com resultados muito positivos, no qual pensamos em difundir para os nossos fornecedores, prestando alguns serviços e buscando, também, resultados com eles.

A produção de palha, para nós, é primordial. Para ter uma ideia, quando não conseguia tirar a palha enfardando, nós, muitas vezes, abríamos um pouquinho a ventilação das máquinas colhedoras para vir palha um pouco na cana para que conseguíssemos tirar mais energia. Isso, lógico, não era a melhor solução, mas era o que tínhamos. Porém, hoje, com o enfardamento e com a limpeza a seco, colocamos dentro da usina uma cana 100% limpa, com uma qualidade fantástica e a produção de energia que essa palha proporciona para nós é muito boa, é um retorno.

Hoje, se consegue tirar 50% da palha do campo e o campo responde melhor com esse processo.  Com o acúmulo de palha no campo, tem mais ocorrência de pragas, que atrapalha muito no crescimento da cana. Com essa retirada da palha, o resultado para o campo, além da produção de energia, foi muito bom. Nesses próximos anos teremos em torno de 15 a 20 mil hectares em área de recolhimento de palha. O que vai, lógico, definir tudo isso, é a remuneração final de energia, que hoje está muito baixa. Mas, com a dificuldade que o país enfrenta e com o mínimo de crescimento que o país voltar a ter, com certeza, o valor da compra de energia vai ser remunerado de novo”. Sandro Cabrera, diretor da usina São José da Estiva.

Pecuarista recolhe palha para nutrição bovina


“O recolhimento fazemos em área própria e o nosso forte são os parceiros, nossos amigos que são fornecedores de cana da região de Barretos, que compartilham essa retirada de cana para uso no confinamento, como fonte de fibra na alimentação dos animais. Rodamos, em média, 25 mil cabeças/ano e, para o recolhimento de palha, temos duas máquinas em operação: a Challenger, que é um projeto da cooperativa, sempre nos apoiando e a Kuhn que tem o sistema de rotor, porque eu preciso da palha em partículas menores, uniforme ou em padrão com no máximo, 4 ou 5 centímetros para utilização direta para os animais.

Desde 2003 utilizamos o bagaço de cana para a fonte de fibra no confinamento e, depois, com a demanda da cogeração de energia utilizando o bagaço, começamos a utilizar a palha. Foi um desafio, um teste para saber como o animal iria responder essa utilização e foi muito bem, porque a palha de cana, nada mais é do que um “feno”, de uma qualidade mais fraca, mas ela é a folha da cana, a palha da cana desidratada, então tem um teor de proteína e uma fibra efetiva melhor do que o bagaço, ou seja, hoje nós utilizamos mais a palha do que o bagaço.

Uma fonte de fibra que, anteriormente, deixávamos no campo, hoje, estamos aproveitando como subproduto de alimentação dos animais. E um detalhe muito interessante também na análise da palha versus o bagaço de cana, também tem a ver com a logística. O bagaço de cana tem em torno de 50% de matérias primas, os outros 50% são umidade, água. Na palha, ela é recolhida ao redor de 85% a 90% de matéria seca. Somente 10% é água. Ou seja, conseguimos administrar na dieta, numa porcentagem menor, porque é possível administrar melhor trabalhando com matéria seca. Então, é uma forma de agregar valor, também, no custo operacional de logística, de transporte. Hoje é mais interessante para nós trabalharmos com a palha do que com o bagaço”,  André Luiz Perrone dos Reis, Confinamento Monte Alegre.

Produtor retira 250 toneladas de palha por dia


“O mundo da cana vivia o corte manual e a queimada, com o hábito de manejo de cortar a cana, queimar, levar para a usina e o solo ficava desnudado e temporizado. Com o advento da proibição, não se queima mais, a colheita é feita com máquina, então você fica com palha considerável. O hectare de cana deixa de 10 a 14 toneladas de palha. Nós tiramos, no máximo, 50% da palha e os 50% que fica é para o benefício agronômico. Com essa quantidade total de palha no solo, há um ambiente biológico, então começa o surgimento de bichos que são danosos. Retirando a palha, você tem um ganho agronômico, sem perder a incorporação desses 50% de matéria orgânica que fica.

Cada fardo tem 400kg. Nós fornecemos 250 toneladas por dia. Diariamente saem 10 caminhões. A grande mensagem é que nós temos energia elétrica de graça e sustentável. É uma matéria prima que rende o dobro do bagaço da cana. E aqui faz álcool de 2ª geração. Daqui há alguns anos, se falar que pode queimar tudo, eu vou falar: ‘não vou queimar dinheiro’. A carreta tem 30 toneladas de palha e ela gera 25 mega de energia. A energia é mega/hora. Por exemplo, qual o consumo de energia de uma casa média por hora? 300 quilowatts. Aqui, tem 25 mil quilowatts”, Antonio Fernando Tittoto, produtor de cana.


Cooperados da Cooparaíso visitam a feira


Recentemente, a Coopercitrus e a Cooparaíso (Cooperativa Regional dos Cafeicultores de São Sebastião do Paraíso) assinaram um protocolo de entendimento, no qual a Coopercitrus arrendará algumas das unidades da Cooparaíso para expansão de seus serviços de armazenagem de café, insumos e concessionária Valtra. Os mais de 5 mil cooperados da Cooparaíso serão beneficiados, podendo utilizar todos os serviços da cooperativa, assim como, terem acesso a um vasto portfólio de produtos em condições especiais de pagamento.  

Mais de 120 produtores rurais cooperados à Cooparaíso fizeram uma visita à FEACOOP, no dia 05 de agosto, para conhecerem a feira de agronegócios, os serviços prestados e, tiveram contato direto com a diretoria executiva que apresentou o sistema Coopercitrus. “Acho que a importância maior é resgatar a importância do cooperativismo. Quando tem uma cooperativa com dificuldade econômica como está a nossa, a um risco de imagem muito forte, vai perdendo as crenças do cooperativismo como um grande instrumento de paz social, de distribuição de renda, acesso igualitário ao mercado. Então essa parceria vem resgatar isso de forma muito forte, principalmente, com uma instituição do porte da Coopercitrus. Vemos claramente uma comunhão de valores que estão passando por um processo de mudança e acho que vem a somar muito. Quem vai ganhar é o nosso associado e a nossa comunidade”, comenta Luiz Sérgio Marques, diretor presidente da Cooparaíso. 

O cooperado da Cooparaíso, José Basílio de Queiroz, acredita que essa parceria somará muitos benefícios aos produtores cooperados. “Nós enxergamos que seja uma salvação do cooperativismo em São Sebastião do Paraíso, porque a nossa cooperativa entrou em um processo difícil e isso nos deixou numa situação complicada. Vemos nesta parceria uma saída honrosa e brilhante para nós”, explica. 





XV Feacoop

Tecnologia e agricultura: mais produção e menos custo, superam expectativas na FEACOOP

Aproximadamente 10 mil agricultores conheceram as ferramentas e os benefícios das novas práticas tecnológicas, necessárias para o crescimento da rentabilidade e da produtividade da lavoura com menor custo


O setor mais representativo e competitivo da economia brasileira movimenta hoje aproximadamente R$ 1 trilhão, o que representa atualmente cerca de 20% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil. Sem esse grande motor propulsor financeiro que é o agronegócio, o país perderia aproximadamente 41% da sua força de exportação. Segundo o MAPA (Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento), o agronegócio brasileiro caminha para a próxima década com foco na competitividade e na modernidade, fazendo da utilização permanente da tecnologia um caminho para a sustentabilidade.
Enxergando essa oportunidade, a FEACOOP 2014 (Feira de Agronegócios Coopercitrus Sicoob Credicitrus), que aconteceu de 05 a 07 de agosto, em Bebedouro, no interior de São Paulo, e teve como tema: “Tecnologia Melhorando Resultados”, superou as expectativas faturando acima dos R$200 milhões esperados e, contou com a presença aproximadamente 10 mil cooperados e produtores rurais. “Tecnologia melhorando resultados foi o tema escolhido para a Feira, mas esse tem que ser lema no dia a dia da agricultura. A Coopercitrus está tratando isso como o foco principal de trabalho. Só se reduz o custo de produção desenvolvendo melhor a atividade sabendo utilizar as ferramentas tecnológicas tais como agricultura de precisão e biotecnologia, isso é fundamental para a melhoria do processo no campo. O papel da cooperativa é proporcionar ao pequeno e médio agricultor acesso as tecnologias que sejam aplicáveis, sempre observando a relação custo beneficio”, comenta o diretor de marketing da Coopercitrus, Fernando Degobbi.
A FEACOOP cresceu não só em números, mas também em tamanho contando com a parceria de 160 expositores, 40 a mais que o ano passado. Houve um aumento de estandes com uma nova área de exposição de insumos que antes era de 9.500 m² e passou para 14 mil m² e também na área de exposição de máquinas nos estandes externos, contemplando um espaço de 60 mil m², além do espaço de 20 mil m² com o pivot central irrigado e 30 mil m² com máquinas da Valtra do Brasil para test drive. 
Com esse crescimento tanto em faturamento quanto em espaço físico, a FEACOOP é uma feira de expressão e influência no estado de São Paulo e no Triângulo Mineiro. “Na FEACOOP disponibilizamos os insumos e máquinas mais modernos nas melhores condições de preço e prazo. Sabemos que aumento de produtividade requer investimentos. Valeu a pena conferir a Feira que já se destaca como uma das mais importantes do país”, afirma o presidente da Coopercitrus, José Vicente da Silva.
Na Feira os produtores conheceram um campo de alta tecnologia em grãos e em cana-de-açúcar, que apresentou as ferramentas necessárias para o crescimento da rentabilidade e da produtividade com menos custo, avaliando os benefícios das novas práticas de agricultura de precisão em grãos e no plantio de mudas de cana com taxa variável e controle de segmento das linhas de plantio com mudas pré-brotadas (MPB) em uma área irrigada por Pivot Central. “Precisamos cada vez mais entender o que existe de área de expansão e criar condições para que elas passem a produzir mais, e a FEACOOP foi uma oportunidade para o agricultor reduzir o custo de produção, conhecendo as tecnologias que melhoram a produtividade e também acessando condições comerciais melhores. Isso impacta diretamente no resultado do produtor. A convergência desses aspectos e fatores levou ao resultado de faturamento acima do esperado, mas sabemos que o cenário não é motivador, porém, nossa função, como cooperativa grande e atuante, é realmente não medir esforços para proporcionar ao cooperado o melhor em negócio e em tecnologia”, afirma Fernando Degobbi.
O agronegócio paulista é responsável por 18,1% de todas as exportações do agronegócio brasileiro, ante 20,4% em igual semestre de 2013, e por 36,4% das importações, ante 36,2% comparados ao mesmo período. O Instituto de Economia Agrícola (IEA) informou que abalança comercial do agronegócio paulista gerou superávit de US$ 5,87 bilhões no primeiro semestre de 2014, queda de 17,56% ante os US$ 7,12 bilhões de igual período de 2013.
Mesmo com um cenário decrescente a Coopercitrus no último ano cresceu 120%, faturando R$ 1,6 bilhão, vem trabalhando para apoiar o grande, o pequeno e o médio produtor em todas as suas atividades. “O que a cooperativa propõe é que estes agricultores, principalmente os pequenos e o médios, tenham boa produtividade nas suas lavouras. Nós queremos que ele seja viável e com isso contribua para que o Brasil seja o celeiro do mundo realmente”, explica José Vicente da Silva.

XIV FEACOOP

Feira de Agronegócios Coopercitrus foi marcada por alta tecnologia e preço congelado nos insumos agrícolas

Num período em que o Brasil enfrenta uma alta de preços nos insumos agrícolas e, consequentemente, menos investimento dos produtores rurais, a Coopercitrus promoveu, com sucesso absoluto, a 14ª edição de sua já tradicional feira de agronegócios, a FEACOOP. Esta edição foi marcada por novidades que encantaram os produtores rurais e visitantes com inovações que foram desde um campo de cana-de-açúcar de alta tecnologia até a distribuição de um novo produto da agricultura familiar, o suco de laranja produzido a partir da produção de cooperados da Coperfam (Cooperativa de Produtores Rurais de Agricultura Familiar).
O câmbio influencia diretamente os preços dos insumos, com a desvalorização do real os insumos importados ficam mais caros e ocorre o repasse imediato da desvalorização no preço, especialmente fertilizantes e defensivos. Durante a FEACOOP, conseguimos comercializar nosso estoque de insumos com a taxa de dólar inferior à atual e apostamos na feira como a grande oportunidade para o agricultor finalizar a compra de insumos a preços competitivos, revela Fernando Degobbi, assessor da diretoria da Cooperativa. Isso explica como a Coopercitrus conseguiu superar a expectativa de faturamento, mesmo num período de instabilidade financeira e insegura dos produtores rurais.
O diretor-presidente da Coopercitrus, Raul Huss de Almeida, explica que os produtores rurais estão mais preocupados este ano, uma vez que apesar do câmbio maior, o que favorece o setor, algumas commodities, como o açúcar, por exemplo, estão com o preço menor, mas ainda assim eles continuam investindo, comenta.
A 14ª Feacoop aconteceu no período de 06 a 08 de agosto, na EECB (Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro), em Bebedouro, SP, e recebeu 9 mil pessoas, entre cooperados e visitantes.
Da semente à máquina colhedora, da ração à vacina, do trator novo à peça de reposição, incluindo assistência técnica e informações de mercado, a Feacoop levou todos os itens necessários para a agricultura, com condições especiais para os cooperados. A Feira cumpriu sua missão de unir todos os segmentos do Sistema Coopercitrus, com seus profissionais e as empresas fornecedoras, para colocar, à disposição dos cooperados, as melhores ofertas do mercado. Assim, em um mesmo local, os agropecuaristas de diversas regiões, que desenvolvem as mais diversas atividades rurais encontram uma grande variedade de produtos importantes para o desenvolvimento de suas produções.

Campo de Cana
Foi montado especialmente para esta edição da FEACOOP um campo de excelência de produção de cana-de-açúcar. Liderado pela Coopercitrus, esse campo ocupa uma área de 3 hectares e teve a participação de seis empresas parceiras que montaram um pacote diferenciado em irrigação localizada, mudas pré-brotadas AgMusa (que se multiplica na metade do tempo da muda convencional), agricultura de precisão, um protótipo de plantadora de mudas pré-brotadas, tecnologia de fertilizantes e máquinas especialmente desenvolvidas para a cultura da cana.
As equipes técnicas da Coopercitrus e desses quatro parceiros estiveram durante a Feira à disposição de todos para explicar com detalhes os excelentes resultados alcançados com esse campo.

Os dois lados da agricultura familiar
A crise na citricultura, cruel para a maioria dos citricultores, fica mais preocupante ainda para os pequenos produtores que, no círculo vicioso que envolve perda de receita, baixa produtividade, adaptação à tecnologia exigida pela moderna agricultura, dificuldade na venda, ainda assim, decidem permanecer no setor.
Somente a união de forças, com projetos, disposição e principalmente boas ideias seria possível superar as dificuldades. E a boa ideia veio através da Coopercitrus, com a criação da nova cooperativa Coperfam (Cooperativa de Produtores Rurais de Agricultura Familiar).
Na prática, a boa ideia veio da forma mais correta, saudável e saborosa possível, com a criação do suco de laranja natural Coperfam que foi lançado oficialmente na FEACOOP 2013 e conseguiu aprovação total após ser degustado durante os três dias da feira, por milhares de pessoas com os mais diversos paladares. Para a produção de um suco de excelente qualidade e sabor, foi escolhido entre os cooperados da nova cooperativa, o melhor fruto, proveniente da produção do cooperado de Taiuva, SP, cidade vizinha a Bebedouro, Domingos Aparecido Antonino, produtor de laranja no Sítio São Francisco. Dez mil litros de suco foram distribuídos gratuitamente em quatro pontos da feira durante os três dias de evento.

XIII Feacoop

Feacoop

Retrato fiel da evolução da Coopercitrus

 

Idealizada pelo fundador da Coopercitrus, Walter Ribeiro Porto, a primeira edição da Feira de Agronegócios Coopercitrus aconteceu nos dias 14 e 15 de setembro de 2000, com um público de 2 mil visitantes e a participação de 21 empresas fornecedoras de máquinas e implementos agrícolas. Além das exposições estáticas, as demonstrações dinâmicas das máquinas foram um diferencial de sucesso.

O resultado de R$ 6 milhões em vendas impulsionou o progresso da feira, que anualmente foi crescendo em número de expositores, visitantes e negócios.

A feira surgiu como um evento inovador, primando pelo conforto, organização, comodidade e ambiente familiar.

Na segunda edição da feira, o setor de insumos agrícolas passou a participar do evento, engrandecendo ainda mais os resultados. Por ter se tornado um evento de maior porte, a feira passou a ser presidida por João Pedro Matta, para cuidar de detalhes que diferenciam a Feacoop das demais feiras agropecuárias do país.

Desde então, a cada ano, a Feira se destaca como o principal evento do calendário da Coopercitrus e está entre as principais feiras de agronegócio da região e do Estado.

O objetivo da Coopercitrus, quando decidiu organizar uma feira de agronegócios foi o de criar condições para a efetivação, em curto espaço de tempo, de grandes volumes de negociações, envolvendo um grande número de cooperados, fornecedores e instituições financeiras, com toda a equipe da Coopercitrus agindo como catalisador desse processo.

A Feacoop é o grande exemplo de que a cooperativa cumpre seu objetivo, pois demonstra a maturidade que este evento alcançou em tão pouco tempo de existência.

A isso se deve somar boas condições de negociações, preços atrativos e financiamentos com juros e prazos compatíveis com as explorações agrícolas dos cooperados, assim como regras de negociações válidas desde o primeiro até o último instante da feira.

Todo o sistema Coopercitrus marca presença na feira, com suas equipes de profissionais trabalhando para o sucesso e satisfação do cooperado.

Na verdade, a Feacoop reflete com clareza a evolução do Sistema Coopercitrus em termos quantitativos e, sobretudo, qualitativos, já que o esforço da cooperativa tem sido dirigido para ser não o maior, mas o melhor sistema cooperativo brasileiro do setor agropecuário.

O diferencial da Coopercitrus continua sendo o entusiasmo que cada um dedica à missão de proporcionar aos cooperados os produtos, os serviços, a assistência técnica e o apoio financeiro de que necessitam com a qualidade, a regularidade e as condições de pagamento que esperam.

Se houver a necessidade de selecionar apenas uma atividade do Sistema Coopercitrus para demonstrar o que foi mencionado acima, sem a menor dúvida a Feacoop será o exemplo escolhido.

XII Feacoop

FEACOOP cresce 20% no faturamento e tem recorde de público em 2012

Com um público 50% superior a edição passada, o grande destaque da Feira de Agronegócios ficou por conta da parceria com a Sicoob Credicitrus e a montagem de um Shopping Rural em uma área de 4 mil m² 

 
A FEACOOP (Feira de Agronegócios Coopercitrus Sicoob Credicitrus), que chega a sua décima terceira edição, pela primeira vez foi organizada pela Coopercitrus em parceria com a cooperativa de crédito Sicoob Credicitrus, ambas de Bebedouro, SP, um fator que foi determinante para criar mais facilidades para o público cooperado. Por um lado o produtor cooperado estava amparado pela maior cooperativa do Estado de São Paulo na comercialização de insumos, máquinas e implementos agrícolas, o que garantiu preços diferenciados durante o evento e, por outro lado, teve o respaldo financeiro da maior cooperativa de crédito do Brasil que ofereceu bons financiamentos, agilidade nas transações e seguro para os bens adquiridos pelos produtores rurais.   

A soma desses fatores só poderia resultar em uma situação de sucesso: o crescimento em 20% nas vendas da Feira em relação à edição anterior e um público visitante de 12 mil pessoas, um acréscimo de 50%. Essas boas notícias contemplam ainda mais o Ano Internacional das Cooperativas, assunto explorado na campanha da FEACOOP que desenvolveu o tema “Quem coopera negocia melhor” e levou grandes dirigentes do sistema cooperativo na abertura da Feira, como o diretor da Aliança Cooperativista e assessor da presidência da OCESP, Américo Utumi e o presidente do sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Márcio Lopes de Freitas, além da presença da secretária de agricultura e abastecimento de SP, Mônika Bergamaschi, que discursaram junto aos dirigentes das duas cooperativas.   

O diretor presidente da Coopercitrus e da Sicoob Credicitrus, Raul Huss de Almeida, conta sobre a ideia de unir as duas cooperativas na organização da FEACOOP. “As duas cooperativas têm uma história juntas, mas eu sempre tive uma fixação depois que elas evoluíram tanto e estão tão independentes, de aproveitar todos os fatores desse trabalho conjunto. Qual o foco disto? A complementaridade que uma tem na outra. Uma está na área financeira e a outra na área de produção, se a Sicoob Credicitrus financia a produção e a Coopercitrus fornece insumos, nada melhor que unir os benefícios para a feira. A frequência de público foi excelente e se tem público tem resultados e o resultado vai se reverter a favor do próprio cooperado. Quando você vê o cooperativismo dando certo e que o foco final é o cooperado, só tem a continuar com a parceria”.  

Outro êxito na Feira foi o Shopping Rural. Construído em uma área de 4 mil m², com mais de 77 expositores em seu interior, os visitantes podiam encontrar não só produtos para o dia-a-dia no campo, mas também utilidades para o lar e lazer. Tudo à mão, disponível em gôndolas para o autoatendimento dos visitantes e cooperados. Uma grande inovação deste modelo de comércio, é que as vendas não são mais direcionadas apenas aos produtores associados, os benefícios agora se estendem para toda a população onde estão inseridos os Shoppings Rurais. E este modelo foi um verdadeiro sucesso na Feira, surpreendendo os organizadores do evento e os visitantes que se deparavam com uma grande loja na entrada da portaria 2. “É diferente ver esse Shopping Rural, porque toda feira normalmente só tem máquinas e implementos expostos, aqui é como se eu estivesse no Mercadão em São Paulo, porque tem produtos expostos que eu nunca imaginaria ver em uma feira. Andando eu vi produtos para montar uma horta em casa e me interessei muito por isso, foi uma boa sacada. Me aposentei recentemente do banco onde eu era gerente e tenho propriedade agrícola também, vendo alguns itens aqui fui criando na cabeça o que fazer e eu tenho planos de fazer uma horta na minha casa porque acredito em produzir alimentos naturais para consumir em casa”, conta Claudecir Virgínio dos Santos que veio da cidade de Fernandópolis, SP, para visitar a FEACOOP pela primeira vez.  

A Feacoop 2012 foi um verdadeiro divisor de águas na história de todas as feiras realizadas até agora. Inovação foi a palavra de ordem e várias novidades foram colocadas a disposição dos cooperados. Não faltaram boas condições de negócios oferecidas pelas 160 empresas expositoras na área externa do evento.

XI Feacoop

Data:  11,12 e 13 de agosto de 2010
Local: EECB - Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro

Inovações
A Ocesp completou 40 anos de fundação em 2010. Por isso a Coopercitrus decidiu homenagear essa entidade. Por sua relevante presença no cenário cooperativista brasileiro. Desde sua fundação, a Ocesp defende e divulga os benefícios e os princípios do cooperativismo, por meio de ações de representação, educação, orientação, comunicação e integração. Tem contribuído no relacionamento com os Poderes Públicos, para gerar um ambiente favorável ao desenvolvimento do cooperativismo no Estado e no país.

No setor de máquinas e implementos, a principal novidade foram os tests drives com tratores, implementos e colheitadeiras. Na linha de tratores, os testes foram feitos nos modelos BH205I, BT150, BT210 e A650. Já na linha de colheitadeiras, foram disponibilizadas para testar as colheitadeiras BC4500 e BC6500. Os cooperados aprovaram a novidade.

A 11ª edição da FEACOOP trouxe uma novidade inovadora com benefícios imperdíveis para os cooperados. Eles receberam, mediante mala direta, um vale cupom, que trocaram durante a Feira, por um vale-brinde. Com este vale, o cooperado podia ser comtemplado com descontos em compras durante a Feira nos valores de R$ 1.000, R$ 500,00, 200,00 e R$ 100,00 ou brindes e produtos dos expositores da FEACOOP.

Outra novidade foi a ação promocional chamada Promoção Relâmpago, direcionada apenas para os cooperados que visitaram a XI FEACOOP. Em alguns períodos do dia foram anunciadas, durante a programação da Rádio FEACOOP, promoções imperdíveis com preços exclusivos para os visitantes da Feira.

No 2º dia de FEACOOP, ocorreu o encerramento da campanha Coop 100, plano realizado pela concessionária Valtra do Brasil, Consórcio Nacional Valtra e rede de concessionárias Coopercitrus, que consistiu numa condição limitada a 100 cotas de consórcio, em que cada cooperado que adquiriu uma das cotas concorreu a um carro 0 km que foi sorteado na FEACOOP. Os 100 cooperados concorreram ainda a uma moto, que foi doada para uma instituição de sua escolha. Mais de 200 pessoas acompanharam o evento no estande da Valtra do Brasil, quando também aconteceu uma homenagem da Coopercitrus aos 50 anos da Valtra no Brasil, que contou com a presença de Raul Huss de Almeida, João Pedro Matta, José Geraldo da Silveira Mello, gerente comercial da concessionária Valtra da Coopercitrus, Orlando Capelossa, vice-presidente comercial da AGCO América do Sul e André Carioba, vice-presidente sênior da AGCO para América do Sul. A Coopercitrus entregou a Carioba uma placa simbolizando a homenagem e posteriormente ocorreu o plantio de uma muda de árvore, pelas mãos de Carioba, na via de entrada da EECB.
O cooperado da filial de Ribeirão Preto, Luiz Carlos Rodrigues, produtor de cana-de-açúcar e amendoim, de Sertãozinho, SP, foi o vencedor do sorteio e ganhou um Fiat Uno 0 Km, que, segundo ele, ficará para uso de sua fazenda, localizada em Sertãozinho, SP. A entidade que ele escolheu para receber a moto foi o lar do idoso Casa Pia São Vicente de Paul, também localizada em Sertãozinho.

Resultados
A XI FEACOOP recebeu um público de aproximadamente 7 mil pessoas, entre elas, cooperados, autoridades, profissionais do setor e visitantes. Com um faturamento de R$ 200 milhões na soma do evento de pré-feira (realizado em maio) e FEACOOP, o ano de 2010 se tornou especial para a Cooperativa, em razão da criação de uma nova estratégia de venda que possibilita a seus cooperados adquirir insumos e máquinas no momento adequado para suprir as necessidades de suas culturas em condições vantajosas, semelhantes às facilidades que ele encontra na FEACOOP.

Campanha
A FEACOOP 2010 trouxe como tema um assunto que vem sendo discutido mundialmente e que abrange todos os níveis de uma organização: a sustentabilidade. Conceito que engloba o planeta como um todo, visa a gerar o melhor para as pessoas, empresas e ambiente e se relaciona com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.
É dever de cada cidadão preocupar-se com a realidade e proporcionar benefícios para o próximo. E na incansável busca por esse “cidadão consciente”, a Coopercitrus mostra que além de ser uma cooperativa com números sólidos, tem como principal meta consolidar um forte sistema tendo em vista a preocupação com as condições sociais, ambientais e culturais a partir de seu modo de atuação exemplar em seus anos de existência seguindo os princípios cooperativistas. Para a Coopercitrus, é fundamental preencher suas necessidades e ao mesmo tempo, preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais.
Para ser sustentável, cada empreendimento deve atender a quatro requisitos básicos:  ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito.
Isto significa que é necessário atender as necessidades da sociedade atual sem afetar as futuras gerações. Esta é uma atitude responsável e sustentável. Assim tem sido a atuação da Coopercitrus há 34 anos.

A diretoria da Coopercitrus prioriza o desenvolvimento econômico sustentável da Cooperativa, de maneira que nem os cooperados, nem a Cooperativa, nem o planeta e a sociedade sejam prejudicados. Esta gestão sustentável só é possível quando se encontra um equilíbrio entre os objetivos econômicos, financeiros, ambientais, sociais e culturais.
A Coopercitrus se orgulha de estar inserida no conceito de sustentabilidade, muito antes deste termo ser tão difundido como atualmente.
Colhendo os melhores negócios

X Feacoop

Data: 5 a 7 de agosto
Local: EECB - Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro

Inovações

O cooperado pode realizar suas compras através do cartão Ouro Card Agronegócio do Banco do Brasil a juros de 6,75% ao ano, pelo prazo de financiamento no banco.
Os visitantes da FEACOOP puderam conhecer mais sobre a história do movimento cooperativista que teve início em Rochdale, Inglaterra, em 1844, além de saber sobre seus ramos de atuação, valores e princípios. A exposição “Cooperativismo, uma História Sempre Atual”, da Ocesp (Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo) estava aberta para visitação no Espaço Cultural. A exposição foi elaborada pelo Sistema Ocesp/Sescoop-SP.
Além da exposição, mais uma vez a FEACOOP ofereceu atenção especial às mulheres, cooperadas, esposas de cooperados ou aquelas que, de alguma maneira, estão inseridas no setor agropecuário. No Espaço Cultural, a Coopercitrus ofereceu informações sobre o Sistema Coopercitrus e cooperativismo, além de uma oficina de artesanato onde elas confeccionarão “mimos” para guardarem de recordação.

 

Resultados

 

O faturamento foi de R$ 176 milhões, apenas 9% menos que os R$ 194 milhões faturados em 2008. O recinto recebeu a visita de 8 mil pessoas entre cooperados, autoridades, profissionais do setor, visitantes e estudantes.

 

Campanha

 

A edição comemorativa de dez anos teve como tema principal o cooperativismo, que tem, como princípio básico, a união. Tendo como base uma finalidade comum, cooperativa e cooperados se uniram e alcançaram o objetivo. Uma Feira lucrativa que ofereceu preços atrativos.
Vivenciando tempos de mudanças no cenário político, econômico e social, tempos de reflexão e ação, a Coopercitrus acreditou que o primeiro grande passo para transpor as dificuldades era a união. União de pessoas, união de esforços, união de pensamentos, união de ações. E com esse pensamento realizou mais uma FEACOOP, com o tema “União que garante grandes negócios”.

IX Feacoop

IXª EDIÇÃO

5 a 7 de agosto de 2008
EECB – Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro

Homenagens
O grande homenageado da 9ª edição da FEACOOP foi o homem que tanto contribuiu com o crescimento do setor agropecuário e mais ainda, o crescimento do Sistema Coopercitrus, Leopoldo Pinto Uchôa.

Inovações
Com o objetivo de movimentar a visitação nos estandes cobertos da IX FEACOOP, os organizadores criaram o “Pit Stop”. Cada cooperado recebeu uma cartela ao entrar no recinto e, ao percorrerem os estandes da área coberta, recebiam um adesivo e concorriam a prêmios.  

Outra novidade da 9ª edição foi o projeto Mulheres Cooperativistas, que recebeu aproximadamente 500 esposas de cooperados para um roteiro programado especialmente para elas. A programação incluiu um filme institucional da Coopercitrus, um passeio pela feira e a confecção de um mimo na oficina de artesanato no Espaço Cultural Leopoldo Pinto Uchôa.

Nesta edição foi realizada a 5ª Assembléia do Consórcio Nacional Valtra do grupo 5007 em que foram entregues 12 tratores e 2 cooperados da Coopercitrus foram contemplados.

Uma das novidades foi a Loja de Conveniência, espaço onde foram comercializados produtos para uma alimentação rápida e prática.

Aproveitando o grande fluxo de público, a área da saúde marcou presença quando profissionais da área da saúde realizaram uma campanha de vacinação contra sarampo e rubéola. O Hospital de Câncer de Barretos realizou a campanha “Doe esperança para salvar vidas” para cadastramento de doadores de medula óssea e a Fundação Abílio Alves Marques de Combate ao Câncer de Bebedouro realizou exames preventivos contra vários tipos da doença.

Três mil estudantes visitaram a IX FEACOOP, como parte do projeto “FEACOOP nas Escolas”, desenvolvido para atender alunos de 4ª a 8ª séries de 17 escolas municipais de Bebedouro. O projeto é uma parceria da Coopercitrus com a ANDEF (Associação Nacional de Defesa Vegetal), que ficou responsável pela palestra sobre meio ambiente para as crianças.

Todo material reciclável recolhido na FEACOOP foi destinado à Cooperlimpo – cooperativa de recicláveis de Bebedouro.

Resultados
A IX FEACOOP recebeu um público de 10 mil pessoas, com um faturamento de R$ 194 milhões.
 
Campanha
“Sinal verde para bons negócios” foi a campanha escolhida para a 9ª FEACOOP que abordou como tema a “Agricultura Sustentável” e a valorização do meio ambiente, alertando os produtores rurais sobre sua responsabilidade em desenvolver suas atividades sempre respeitando a biodiversidade e mantendo o ambiente produtivo. O tema foi uma homenagem ao ex-presidente da Coopercitrus, Leopoldo Pinto Uchôa, que sempre foi um entusiasta da sustentabilidade agrícola e que prosseguiu com o sonho do fundador da cooperativa Walter Ribeiro Porto, realizando, anualmente, uma feira cooperativista.

VIII Feacoop

VIIIª EDIÇÃO

08 a 10 de agosto de 2007
EECB – Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro

Homenagens
A abertura da 8ª FEACOOP foi marcada pelas homenagens ao Secretário da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, João de Almeida Sampaio e o Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Xico Graziano.

Inovações
Uma das novidades foi o Espaço Cultural, uma exposição de telas de pintura, maquetes, fotos e esculturas de estudantes de escolas municipais de Andes (SP), Turvínia (SP) e Bebedouro (SP), de 5ª a 8ª série, que expuseram a visão que possuem sobre a atuação da Coopercitrus no desenvolvimento da economia regional, através do agronegócio. O tema para os trabalhos foi o mesmo da campanha da feira “A força que vem do campo a serviço do campo”.

A Fundação Abílio Alves Marques de combate ao Câncer de Bebedouro participou da FEACOOP realizando trabalho de prevenção e as parceiras UNIMED e UNIODONTO, oferecendo planos de saúde e serviços para os associados.

A feira contou com um estande que apresentou uma miniusina para fabricação de biodiesel, o combustível verde.

A Valtra teve uma participação mais efetiva neste ano com a Ilha de Tecnologia. Um sistema de televisores e exposição de motores apresentaram as inovações da nova linha de tratores Valtra.

No segundo dia de feira, foi realizada a primeira Assembléia Nacional do Consórcio Valtra do grupo 5005, quando foram entregues 12 tratores.

Resultados
Aproximadamente 12 mil pessoas visitaram a 8ª FEACOOP que resultou em R$ 162 milhões em vendas. Quem visitou a 8ª edição concorreu a sorteio de brindes exclusivos, como suvenires oficiais da feira, óleo diesel oferecido pelo TRR Coopercitrus, fertilizantes formulados pela Cooperfértil e demonstrações de máquinas e implementos na propriedade dos produtores rurais, sorteados durante as dinâmicas.

Campanha
A campanha “A força que vem do campo a serviço do campo” foi baseada em uma frase de Walter Ribeiro Porto, fundador da Coopercitrus. O slogan mostrou aos produtores rurais que a FEACOOP é a força que faltava para fortalecerem suas produções.

VII Feacoop

VIIª EDIÇÃO

09 a 11 de agosto de 2006
EECB – Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro

Homenagens
Homenagens a personalidades que contribuíram para o desenvolvimento da agricultura já se tornou tradição na FEACOOP e, na 7ª edição, os homenageados foram o médico veterinário Dr. Antônio Gaspar, também um dos fundadores da Capezobe, que se transformou na Coopercitrus, e o eng º agr º Prof. Dr. Luiz Carlos Donadio, uma das principais autoridades em citricultura do país e um dos fundadores da EECB.

Inovações
Pelo segundo ano consecutivo, o ambiente da FEACOOP foi palco de mais um “Encontro Sucroalcooleiro Coopercitrus Valtra” com um público de 60 representantes de usinas do país.

Em homenagem ao homem do Campo, foi criada a “Casinha do Homem do Campo”, um ambiente peculiar composto por uma casa decorada no tamanho original, com móveis antigos, colcha de retalho e fogão de lenha, além de café e bolachinhas servidos aos visitantes, cenário que retratou, com fidelidade, costumes da vida rural.

Os visitantes da 7ª FEACOOP também puderam levar lembranças da feira para casa: foi criada uma loja de souvenires com brindes diversos personalizados a preços acessíveis.

Resultados
Cumprindo seu propósito, a 7ª edição da FEACOOP alcançou resultados notáveis, com faturamento superior a R$ 110 milhões. Ao todo, cerca de 140 empresas fornecedoras marcaram presença e mais de 10 mil pessoas, de diversos estados do Brasil, passaram pela feira.

Campanha
Com a campanha “FEACOOP 2006, trazendo condições de negócios que se encaixam em suas necessidades”, a Coopercitrus levou aos produtores rurais preços e condições diferenciadas, além de fortalecer a parceria entre a cooperativa e seus cooperados.

VI Feacoop

VIª EDIÇÃO

03 a 05 de agosto de 2005
EECB – Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro

Homenagens
Na 6ª edição foi homenageado um dos fundadores da Coopercitrus, Nivaldo Battistetti (in memória) e o engº agrº José Ricardo Cabrita (in memória) que foi diretor técnico da EECB durante 20 anos e dedicou parte da sua vida em melhorias para a citricultura. Pelo 3º ano consecutivo, o Secretário da Agricultura do Estado de São Paulo, Duarte Nogueira, marcou presença.

Inovações
Entre as novidades da VI FEACOOP, aconteceu o Memorial Coopercitrus, uma exposição agrícola que misturou história e cultura para contar os mais de 30 anos da cooperativa que hoje se posiciona entre as maiores do país no segmento agropecuário.

No primeiro dia de FEACOOP, a Valtra do Brasil e a Coopercitrus realizaram, no recinto da feira, o “Encontro Sucroalcooleiro Coopercitrus Valtra” que reuniu representantes de 32 usinas da região com objetivo de estreitar relações com um dos principais grupos de importância na aquisição de máquinas e implementos agrícolas.

Aproveitando o ambiente agradável oferecido pela feira foi promovido, no segundo dia, o Jantar Beneficente, um evento social que reverte toda sua renda para entidades locais e que se tornou tradicional.

Além dos produtores rurais, mais de 750 alunos de escolas de Bebedouro e região visitaram a feira com objetivo de se inteirar do agronegócio, conhecer melhor a cooperativa e a estrutura geral do evento.

Resultados
Esta edição reuniu um público de 15 mil visitantes, e de 170 empresas fornecedoras, obtendo um faturamento de R$ 120 milhões.

Campanha
Em 2005, a campanha realizada foi “Abrindo caminhos para bons negócios”, ou seja, um momento único para os cooperados encontrarem grandes oportunidades para o crescimento de seus negócios.

V Feacoop

Vª EDIÇÃO

11 a 13 de agosto 2004
EECB – Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro

Homenagens
Os homenageados da 5ª edição foram a empresa JF Máquinas Agrícolas através de seu fundador João Nogueira de Freitas (in memória) e o pesquisador científico Joaquim Teófilo Sobrinho. Contou novamente com a presença do Secretário da Agricultura do Estado de São Paulo, Duarte Nogueira.

Inovações
Destaque nesta edição da feira foi o grande número de participantes nas dinâmicas de campo: foram mais de 1.600 nos três dias.

Resultados
Mais de R$ 210 milhões em vendas e um público superior a 25 mil pessoas foram os principais números da V FEACOOP.

Campanha
Nesta 5ª edição, deu-se inicio, na FEACOOP, a realização de uma campanha publicitária, com a criação de um slogan. Nesta edição, o slogan escolhido foi “Oportunidades não acontecem todos os dias...”.

IV Feacoop

 IVª EDIÇÃO

6 a 8 de agosto de 2003
EECB – Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro

Homenagens
A IV FEACOOP homenageou o fundador da KAMAQ Máquinas e Implementos Agrícolas, Yugo Murakami e o Banco do Brasil.

Na ocasião, a feira recebeu a ilustre presença do Secretário da Agricultura do Estado de São Paulo, Duarte Nogueira.

Inovações
A principal realização desta edição foi a construção de um moderno pavilhão fixo de negócios fixo, com 650 m2 para facilitar o trabalho de 300 profissionais da equipe Coopercitrus.

Contou com participação maior da área de saúde através da UNIMED, Santa Casa Saúde e Fundação Pio XII de Combate ao Câncer, juntamente com estandes de apoio da Polícia Militar e exposição de flores para comercialização.

Resultados
Dessa edição para frente passou a usar a sigla FEACOOP. Nesse ano, contabilizou um faturamento de R$ 131 milhões em vendas.

III Feacoop

IIIª EDIÇÃO

14 a 16 de agosto de 2002
EECB – Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro

Homenagens
Na 3ª edição, foram homenageadas as empresa Sipcam Agro, representada pelo presidente do Conselho de Administração da Sipcam, Giusepe Farini e a Marchesan, representada pelo seu presidente, Armando Marchesan.

Inovações
Uma das inovações foi a participação de empresas fornecedoras de produtos veterinários e zootecnia. O setor de embalagens vazias de agrotóxicos da Coopercitrus, em parceria com o inpEV (Instituto Nacional de Embalagens Vazias) passou a ter um estande próprio, com profissionais orientando os produtores sobre as responsabilidades ambientais.

Resultados
Com um total de R$ 56 milhões de negócios fechados, a feira reuniu um público de 20 mil visitantes e teve a participação de 140 empresas expositoras.

II Feacoop

IIª EDIÇÃO

9 a 11 de agosto de 2001
EECB – Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro

Homenagens
A partir da 2ª edição, a Coopercitrus vem homenageando empresas parceiras que representam o fortalecimento da agricultura junto à Cooperativa.
Nesta edição, foi homenageado Sunghi Nishimura – fundador do Grupo Jacto e a Valtra do Brasil.

Inovações
Um dos destaques foi a inauguração do Centro de Treinamento “Walter Ribeiro Porto” – fundador da Coopercitrus e grande líder cooperativista – com estrutura para cursos, oficinas, treinamentos, com refeitório e alojamento.

As novidades da 2ª edição foram: a entrada do setor de insumos agrícolas e lançamento do Ferocitrus Furão – um produto da Coopercitrus; transporte gratuito de cooperados de todas as filiais até o recinto da feira; posto de saúde equipado com ambulância, médico e enfermeira; participação do setor de supermercado com área de degustação; criação da “Rádio Coopercitrus”.

Resultados
Os mais de 15 mil visitantes e os R$ 35 milhões em negócios realizados foram os maiores indicadores do sucesso da feira que contou com mais de 100 expositores.

I Feacoop

 Iª EDIÇÃO

14 e 15 de setembro de 2000
EECB – Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro

Inicio com exposição de Máquinas e Implementos, participação da Cooperfértil e instituições financeiras, com público de 2 mil cooperados e faturamento de R$ 6 milhões.

Na primeira edição, participaram apenas 21 empresas fornecedoras: Valtra do Brasil, Baldan, DMB, FIDO, FMCopling, IFLÓ, Jacto, Jan, JF, Kamaq, Marchesan, Menta Mit, Nogueira, Piccin, Pirelli, Semeato, Siltomac, Stara, Swiss e THEBE.

Apresentação Coopercitrus

Institucional

Lojas de Conveniência

Postos de Combustíveis

Shopping Rural

Insumos/grãos

Máquinas Agrícolas

Revista Agropecuária

Trabalhe Conosco

Códigos e Estatuto

Filiais

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FEACOOP

Agrishow

Balcão do Agronegócio

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Notícias

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Ação Social Cooperada

Campo Limpo

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Natal da solidariedade

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